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sexta-feira, 29 de junho de 2012

Inscrições para pós-graduação em Educação Tecnológica


Oportunidade gratuita para especialização Lato Sensu na modalidade a distância.


Estão abertas, até 14 de julho, as inscrições da seleção para pós-graduação Lato Sensu: especialização em Educação Tecnológica, na modalidade a distância, oferecido gratuitamente pelo Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca – CEFET/RJ, em parceria com a Fundação Centro de Ciências e Educação Superior a Distância do Estado do Rio de Janeiro – Cecierj / Consórcio Cederj. Para se candidatar é preciso ter ensino superior completo em qualquer área.
No ato da inscrição, o candidato deve escolher entre os polos Cederj de Nova Iguaçu, Angra dos Reis, Petrópolis, Piraí e Volta Redonda. As inscrições são recebidas nos polos Cederj especificados no Anexo I do edital (clique aqui) ou podem ser enviadas pelos Correios, via Sedex, para o endereço do CEFET/RJ – Av. Maracanã, 229, Bloco E, 1º andar, DIPED – Divisão de Projetos de Educação a Distância, Maracanã, Rio de Janeiro, CEP: 20.271-110 – Coordenadoria UAB – Cefet/RJ.
O valor da taxa de inscrição é de R$30 e o pagamento deve ser efetuado nas agências do Banco do Brasil, mediante GRU (Guia de Recolhimento da União), extraída de https://consulta.tesouro.fazenda.gov.br/gru/gru_simples.asp, informando o código 153010, gestão da Unidade Favorecida 15244, código de recolhimento 28900-0 e nº de referência 08.2010, além do CPF e nome do contribuinte (o candidato).
O processo seletivo constará de análise dos documentos, do currículo e do memorial/redação, em que deverá constar a trajetória acadêmica e profissional do candidato, assim como suas expectativas quanto ao curso e sua relação com a área de Educação Tecnológica e/ou Educação a Distância.
Contarão pontos na seleção experiência em Educação Profissional ou Educação Básica, em Educação Superior, ou como profissional ou aluno na área de Educação Tecnológica e/ou Educação a Distância. O curso tem duração de 18 meses e será composto por seis módulos. Cada módulo terá uma prova presencial, quando o aluno deverá obrigatoriamente comparecer ao polo.

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Colchonetes para a alfabetização


Esclarecimentos sobre recebimento de colchonetes

Sr.(a) Diretor (a),
Boa Tarde!
 
Informo que as escolas com turmas de 1ª, 2º e 3º anos, começarão a receber os colchonetes para as salas de aula, pelo Operador Logístico Milano. Segue anexo quantidade total que cada escola receberá, porém algumas escolas poderão receber em quantidade inferior devido não ter todas as cores entregues para distribuição.
Importante ressaltar que os colchonetes fiquem nas salas de aula de 1º, 2º e 3º ano, em kits de 30 colchonetes para compor o ambiente de leitura com os livros, que chegarão às escolas. Entretanto, a escola tem autonomia para atender as suas especificações de espaço, quantitativo e organização (de cor, por exemplo). Os colchonetes devem cumprir a função de oferecer a cada aluno da turma, em sala de aula, a oportunidade de fazer sua leitura independente, nos momentos livres e/ou dirigidos pelo professor.

Nossa escola receberá 240 colchonetes.

Salão da Leitura em Niterói


quarta-feira, 27 de junho de 2012

Amazônia é tema de atividades no CCBB Educativo

O Programa Educativo do Centro Cultural do Banco do Brasil realiza uma série de atividades elaboradas a partir da exposição Amazônia - Ciclos da Modernidade. A exposição apresenta a cultura amazônica por meio de sua arte, arqueologia e urbanismo, desde o século XVIII até a contemporaneidade, envolvendo o publico em uma viagem pela cultura visual da floresta.

O CCBB Educativo convida o público a vivenciar um pouco da história e cultura da região Amazônica em atividades plásticas, de música, contação de histórias e um roteiro especialmente criado para as crianças de 3 a 6 anos. Às quintas (das 15h às 18h) e aos sábados (das 13h às 18h) são oferecidas visitas em LIBRAS para visitantes surdos.

Todas as atividades são gratuitas. É preciso chegar 30 minutos antes para pegar senhas. O CCBB Educativo funciona no primeiro andar do prédio. Sua equipe é formada por 30 educadores que trabalham de terça a domingo, das 9h às 19h.

Flip 2012 homenageia Drummond e tem “mesa bônus”

O mês de julho está quase chegando e com ele a Festa Literária Internacional de Paraty (Flip). De 4 a 8 de julho, a cidade do litoral Sul Fluminense sedia a 10ª edição do evento que, dessa vez, vai homenagear o escritor Carlos Drummond de Andrade. Serão 17 encontros, entre leituras, bate-papos, filmes e lançamentos de livro que farão parte das atividades que irão somar-se à programação principal na Tenda dos Autores.

O autor da novela “Gabriela”, Walcyr Carrasco, e o escritor João Ubaldo Ribeiro vão homenagear Jorge Amado no evento, num debate que fará parte das celebrações do centenário do escritor, comemorado em agosto. Ambos discutirão a obra do autor do romance “Gabriela Cravo e Canela”. A exposição “Faces de Drummond” vai ocupar o segundo andar do espaço e ficará em cartaz ao longo de todo o mês de julho.

Para quem quiser assistir ao debate, que será realizado no dia 5, às 11h30, o ingresso custa R$ 10 e será vendido uma hora antes do evento. Já para as atividades gratuitas é necessário retirar os ingressos na Casa da Cultura uma hora antes. 

A assessoria de imprensa da Flip anunciou que esta edição contará com uma “mesa bônus”, com a participação dos cartunistas Laerte e Angeli, num encontro denominado “Quadrinhos para maiores”. A venda dos ingressos para a nova mesa começa às 10h desta segunda-feira (25), apenas pela internet e na sede da Casa Azul, em Paraty. "Não haverá ingressos nos pontos de venda físicos nem venda por telefone", informa a assessoria. A mesa terá um clima de conversa entre amigos. Com mais de 40 anos de trabalhos em comum, Angeli e Laerte abordam assuntos nos quais estão versados: histórias em quadrinhos, comportamento e humor.

Com orçamento de R$ 7 milhões, 23% a mais do que no ano passado, a Flip traz como destaques Jennifer Egan, Jonathan Franze e Jean-Marie Gustave Le Clézio. Egan venceu o prêmio Pulitzer de ficção no ano passado, com "A visita cruel do tempo", e vem pela primeira vez ao Brasil. O francês Le Clézio é o quinto a ganhar o prêmio Nobel e a integrar a programação da Flip, em suas dez edições. Já Franzen é autor do aclamado ''Liberdade'', de 2011.

A conferência de abertura será realizada em duas partes. Na primeira, Luís Fernando Veríssimo é o convidado e falará sobre a importância da literatura. Em seguida, Drummond começa a ser homenageado, com participação dos poetas Antonio Cícero e Silviano Santiago. O show que inicia o evento está a cargo do pernambucano Lenine.

Para mais informações, visite o site oficial do evento: http://www.flip.org.br.

Escolha das obras do PNLD ocorrerá até o dia 1º de julho

odas as orientações estão disponíveis no site do FNDE

Os diretores e professores da rede estadual devem ficar atentos, pois a escolha das obras do Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) – Ensino Fundamental (1º ao 5º ano) ocorrerá somente até o dia 1º de julho. A Seeduc ressalta que o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) já está emitindo as orientações para o registro das escolhas.

Este mês, os Correios finalizaram a entrega de todas as “cartas amarelas” contendo a senha de acesso ao sistema, que possibilita o registro da escolha. Todas as informações estão disponíveis no site do FNDE.

Neste endereço, também pode ser encontrado o “Guia de livros didáticos PNLD Ensino Fundamental (Anos Iniciais)” - documento que deve nortear a escolha dos livros nos seguintes componentes curriculares: Ciências, Geografia, História, Matemática e Português.

O documento traz, ainda, todas as orientações para a escolha: passo a passo simulado no sistema de escolha, normas de conduta, carta senha, compromisso da escola, carta de encaminhamento do guia, registro da reunião de escolha, informação sobre o PNLD, campo e orientação às escolas rurais com mais de 100 alunos.

Fundação Biblioteca Nacional oferece 80 vagas para curso gratuito

Professores interessados devem efetuar inscrição no site do Proler

A Fundação Biblioteca Nacional, através do Programa Nacional de Incentivo à Leitura (Proler), ministra cursos que são realizados, gratuitamente, na Casa da Leitura (Rua Pereira da Silva, 86, Laranjeiras). A próxima turma terá início neste sábado (30/06). Inicialmente, serão oferecidas 80 vagas para os professores da rede estadual.

O tema abordado será a “Literatura Infantil: acervos, espaço e mediações”, com a professora Sônia Travassos, especialista em Literatura Infantil e Juvenil (UFRJ), dinamizadora de leitura, autora de livros para crianças e contadora de histórias.

Os interessados devem efetuar a inscrição por e-mail (proler.casadaleitura.cursos@bn.br). É preciso informar os seguintes dados: nome do curso, nome completo do participante, endereço com bairro, telefone, e-mail, nome do colégio onde está lotado, município, número da matrícula e a disciplina que ministra.

O preenchimento das vagas seguirá a ordem de envio dos e-mails contendo as informações solicitadas. Em caso de dúvida, os professores podem entrar em contato com a Seeduc, por meio dos telefones: (21) 2380-9355 e 2380-9356 (Milena ou Vanessa).

O curso, com duração de 40 horas, ocorrerá aos sábados, das 8h às 17h30. Entre os temas abordados estará a mediação entre livros e leitores nos espaços escolares: como trabalhar com a diversidade dos títulos, por que trabalhar com empréstimos de livros, o que a leitura literária promove, análise da produção literária de diferentes autores e práticas de leitura e escrita a partir dos acervos das escolas. 

Medalha Paulo Freire


terça-feira, 26 de junho de 2012

Jornal do Brasil - País - Educação: lei cria 77 mil cargos para professor e servidor federal

Jornal do Brasil - País - Educação: lei cria 77 mil cargos para professor e servidor federal

Educação Infantil: inscrições no dia 27


Começam na quarta-feira, dia 27, as inscrições do concurso para professor de educação infantil da Secretaria de Educação da Prefeitura do Rio. Para concorrer a uma das cem oportunidades, é preciso ter nível médio, na modalidade Normal, curso Normal superior ou licenciatura plena em Pedagogia. O salário é de R$ 1.586,73, já incluídos R$ 121 de auxílio-transporte, R$ 109,25 de bônus-cultura e R$ 264 de auxílio-alimentação.
O concurso tem validade de seis meses, podendo ser prorrogado por igual período. Neste caso, mais vagas poderão ser abertas. Segundo a Secretaria de Educação, 20% das oportunidades são destinadas a negros e índios, e outras dez, a portadores de deficiência. As inscrições serão no site http://concursos.rio.rj.gov.br, das 10h do dia 27 de junho até as 23h59m do dia 9 de julho. A taxa, de R$ 50, deve ser paga até 10 de julho.


Leia mais: http://extra.globo.com/emprego/educacao-infantil-inscricoes-no-dia-27-5294651.html#ixzz1ytAYqqsv

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Dica de leitura:Gramática Pedagógica do Português Brasileiro


Por Sírio Possenti*
Há diversas gramáticas novas no mercado. Elas são, de certo modo, fruto do desenvolvimento das pesquisas sobre a língua, especialmente nos últimos 50 anos. Tais pesquisas permitiram uma visão mais clara da natureza e das diversas funções das línguas. Por outro lado, os estudos se aproximaram da escola, mais claramente das questões relativas ao ensino de Português.
Esse ramo da pesquisa linguística desenvolveu-se como decorrência de fatores como o de o conhecimento mais detalhado da língua permitir que se afirme com clareza que o domínio de uma forma “clássica” não é necessário para o desenvolvimento cultural e profissional dos brasileiros. Sem qualquer desprezo pela tradição, os estudos demonstram que o real português culto brasileiro se separa, em diversos aspectos, do português de Portugal, por um lado, e de um português imaginário que a escola supostamente persegue.
As novas gramáticas acompanham outra linha importante de trabalho que se verifica tanto nas ciências humanas quanto nas exatas e biológicas. Elas estão produzindo um conhecimento mais sofisticado de nossa história e realidade. Assim como os estudos de História permitem construir outra visão do passado, os da língua permitem:
a) Um conhecimento mais sofisticado de nossa realidade linguística, tanto no que se refere a como se fala quanto a como se escreve – e, por extensão, um conhecimento de nossa língua culta real.
b) A construção de metodologias de ensino mais realistas e eficazes – aspecto que decorre da associação de pesquisas em sociolinguística e psicolinguística, por um lado, das pesquisas sobre as práticas de escrita, escolares ou não, que fornecem um guia mais seguro para o aprendizado.
A Gramática Pedagógica do Português Brasileiro, de Marcos Bagno, colunista de Carta Fundamental (São Paulo: Parábola Editorial, 2011), é um volume de mais de mil páginas que se insere nesse quadro de pesquisas.
De seu estudo, o professor brasileiro (e não só o de português) poderá tirar diversas vantagens. Enumero algumas.
A obra trata de questões filosóficas que estão na base das gramáticas tradicionais e que diversos estudos mais recentes põem em questão, caso de alguns critérios de classificação (dicotomias do tipo emoção/razão, abstrato/concreto). Esses critérios produzem efeitos, por exemplo, na classificação “tradicional” das palavras, que fatos mostram não funcionar bem. Por isso, Bagno, entre outras coisas, adota posições mais claras e realistas, propondo novas classificações e mostrando que algumas são relativas.
Outro aspecto relevante da obra é apresentar de forma inovadora aspectos da história da Língua Portuguesa, mostrando que sua “origem” é mais complexa do que diz o refrão de sua descendência do latim vulgar. Ainda mais relevante é a análise de numerosos casos de mudança e, mais que isso, a demonstração, com base em fatos, de que a mudança linguística continua e, ainda mais importante, que muitas regras que comandarammudanças do passado continuam funcionando.
Se esta gramática só mostrasse esses fatos, já poderia ser considerada revolucionária porque a implicação é que a noção de erro deve ser profundamente revista.



O regime de meritocracia dá resultados na educação - Educação - Notícia - VEJA.com

O regime de meritocracia dá resultados na educação - Educação - Notícia - VEJA.com

"Escrevendo o Futuro" realizará um encontro de formação, ministrado pelo CENPEC.



Sr(a). Diretor(a),

Sr(a). Coordenador(a) Pedagógico(a),

Tencionando auxiliar a ação pedagógica ante a proposta do ensino da língua na perspectiva dos gêneros textuais, a Coordenação da Olimpíada de Língua Portuguesa "Escrevendo o Futuro" realizará um encontro de formação, ministrado pelo CENPEC.

GÊNERO: POEMA
PÚBLICO ALVO: REGENTES (5º e 6º ANOS) INSCRITOS NA OLIMPÍADA
DATA: 29 DE JUNHO
HORÁRIO: 08:00 ÀS 12:00 (50 PARTICIPANTES) / 13:00 ÀS 17:00 (50 PARTICIPANTES)
LOCAL: E/SUBE/CRE (02.08.012) ESCOLA MUNICIPAL ORSINA DA FONSECA
ENDEREÇO: RUA SÃO FRANCISCO XAVIER, Nº 95 - TIJUCA 

FAVOREÇA A FORMAÇÃO DO(A) PROFESSOR(A) DE SUA ESCOLA, EFETUANDO SUA INSCRIÇÃO O MAIS BREVE POSSÍVEL
  • ATRAVÉS DO TELEFONE 29762294.
  • ATRAVÉS DO E-MAIL gefsme@rioeduca.net

Atenciosamente,

Néa Leal 
E/SUBE/CED/GE
F

Hábito de ler está além dos livros, diz um dos maiores especialistas em leitura do mundo - vida - educacao - Estadão

Hábito de ler está além dos livros, diz um dos maiores especialistas em leitura do mundo - vida - educacao - Estadão

sexta-feira, 22 de junho de 2012

SELEÇÃO AO CURSO DE MESTRADO EM RELAÇÕES ETNICORRACIAIS- 2012.3


CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA CELSO SUCKOW DA FONSECA – CEFET/RJ
DIRETORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM RELAÇÕES ETNICORRACIAIS

EDITAL RETIFICADOR Nº 1
O Diretor-Geral do Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca – CEFET/RJ, de acordo com o Regulamento do Programa de Pós-Graduação em Relações Etnicorraciais (PPRER) tendo em vista a suspensão de atividades administrativas e acadêmicas nos dias 20, 21 e 22 de junho de 2012, em função “Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável”, a Rio+20, torna público o presente Edital Retificador número 1, retificando e alterando a redação de itens do Edital do Concurso Público de Seleção ao Curso de Mestrado em Relações Etnicorraciais- 2012.3, publicado na página do Programa de Pós-Graduação em Relações Etnicorraciais (http://dippg.cefet-rj.br/index.php?option=com_content&view=article&id=162&Itemid=161 ) e definindo novo CRONOGRAMA PREVISTO, nos seguintes termos:

O item 4, relativo à inscrição no processo seletivo ao Curso de Mestrado em Relações Etnicorraciais 2012.3 passa a vigorar com a seguinte redação:

4. DA INSCRIÇÃO
4.1. O período de inscrições para este processo seletivo compreende os dias úteis entre 11/06/2012 e 27/06/2012 (com suspensão das atividades entre os dias 20 e 22 de junho de 2012). O candidato deverá comparecer, no horário de 09h às 12h e de 17h às 20h, à Secretaria da Diretoria de Pesquisa e Pós-Graduação (DIPPG) para inscrição, no campus Maracanã, situado na Av. Maracanã 229, bloco E, 5º andar, Maracanã, Rio de Janeiro -RJ.

O item 5.5, relativo à Análise da Documentação da Inscrição no processo seletivo ao Curso de Mestrado em Relações Etnicorraciais 2012.3 passa a vigorar com a seguinte redação:

5.5. DA 1ª ETAPA – ANÁLISE DA DOCUMENTAÇÃO DE INSCRIÇÃO
A Comissão de Seleção analisará a documentação entregue pelos candidatos e realizará a homologação das inscrições deferidas.

−Homologação das inscrições: 28/06/12, às 17h.
−Divulgação do resultado após recurso: 29/06/12, às 19h.

Rio de Janeiro, de 2012

Carlos Henrique Figueiredo Alves
Diretor-Geral do CEFET/RJ
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Oportunidades!


Prezados Parceiros,

Estamos iniciando um novo projeto de capacitação em Bartender e Camareiras: “Learning for Life” (aprendendo para vida). Esta iniciativa é realizada em diversos países e tem reconhecimento internacional pela qualidade, pois ao final do curso grande parte desses jovens já saem empregados.

O Curso tem como objetivo inserir jovens no mercado de trabalho e atender à necessidade de hotéis, restaurantes e bares, que hoje têm mais vagas que profissionais capacitados.

O Curso será realizado gratuitamente no Centro de Cidadania Rinaldo de Lamare em São Conrado em dois turnos: manha e tarde.

Segue a filipeta com outras informações. Peço a ajuda de vocês para divulgar esta ação.



Prefeitura do Rio dá reajuste de 5% para servidor em julho Confira as tabelas


 reajuste salarial de 2012 para todos os 150 mil servidores da Prefeitura do Rio de Janeiro pode ser de 5%, se o prefeito Eduardo Paes decidir conceder o aumento a partir de 1º de julho, com efeitos financeiros em agosto. Outra possibilidade em estudo pelo Executivo é conceder o aumento depois das eleições municipais, em novembro.

O cálculo elaborado pela Coluna teve como base o Índice Nacional de Preços ao Consumidor AmploEspecial (IPCA-E), acumulado de julho de 2011 a junho de 2012. Os dados foram divulgados ontem pelo IBGE. O índice de inflação indexa, por lei, o reajuste de impostos municipais e dos salários dos servidores.

Em seu primeiro ano de governo, o prefeito Eduardo Paes decidiu conceder o aumento em novembro de 2009. Na época, o chefe do Executivo justificou que era necessário reorganizar o orçamento. Para minimizar as perdas do funcionalismo, a prefeitura antecipou para julho o pagamento da primeira parcela do 13º salário. O reajuste estabelecido em novembro daquele ano foi de 6,71%.

Confira abaixo a tabela extraoficial elaborada pela Coluna que demonstra como os salários vão ficar com o reajuste de 5% em vigor.
confira  a tabela no link:  http://odia.ig.com.br/portal/economia/prefeitura-do-rio-d%C3%A1-reajuste-de-5-para-servidor-em-julho-1.454865





quinta-feira, 21 de junho de 2012

PREFEITURA DO RIO ABRE INSCRIÇÕES PARA CURSOS DE INFORMÁTICA NAS CASAS RIO DIGITAL


A Prefeitura do Rio, através da Secretaria Especial de Ciência e Tecnologia, está com inscrições abertas para os cursos de informática nas Casas Rio Digital. Os cursos são gratuitos e tem como parceiros a CISCO e a INTEL. A iniciativa faz parte do programa Casa Rio Digital da SECT que tem como proposta abrir portas para as oportunidades de trabalho.
São 294 vagas destinadas aos cursos: Tecnologia na Comunidade e Tecnologia no Trabalho do programa INTEL Aprender e Arte Digital.
O programa Intel Aprender procura desenvolver nos jovens o pensamento crítico, a disposição para o trabalho em equipe e o espírito de colaboração. O conteúdo do programa explora as ferramentas tecnológicas a partir de atividades e projetos adaptados às realidades das comunidades onde moram os alunos.
O curso Arte Digital é um curso prático de 28 horas onde se aprende manipular imagens, vídeos e conteúdos interativos. 
Os interessados podem se inscrever no endereço eletrônico: http://www.casariodigital.uff.br/ ou nas Casas Rio Digital onde vão acontecer os cursos.
A idade mínima é de 12 anos e para os candidatos com idade inferior a 18 anos é necessária a apresentação da documentação dos responsáveis.
Qualquer dúvida entrar em contato com a Secretaria Especial de Ciência e Tecnologia através do telefone: 2976-7395.

CURSOS DISPONIBILIZADOS


Recursos Educacionais Abertos prometem democratizar acesso à educação

Fonte: Portal  Aprendiz
Distribuir e divulgar informações tem ganhado força com a ascensão das redes sociais Twitter e Facebook. Cada vez mais se ouve falar em compartilhar conteúdo na Internet. Nesse contexto, o meio digital pode ser utilizado para democratizar o acesso à educação. Justamente esta é a finalidade dos chamados Recursos Educacionais Abertos (REA).
A denominação ainda está ganhando força. Apesar de haver adeptos que desenvolvem ações ligadas aos REA, em muitos casos, nem eles sabem o significado da sigla. Mas, o que exatamente é isso?
Os Recursos Educacionais Abertos são materiais educacionais oferecidos livre e abertamente para qualquer pessoa usar e, em algumas licenças, adaptar, melhorar e distribuir.
Recursos Educacionais Abertos incluem:

Conteúdo de aprendizado: livros, planos de aula, cursos completos, materiais para cursos, resenhas, trabalhos escolares, jogos, vídeos, áudios e imagens.
Ferramentas: software para auxiliar a criação, entrega, uso e melhoria do conteúdo de aprendizagem aberto. Inclui sistema de gerenciamento de conteúdo, ferramentas de desenvolvimento e comunidades de aprendizado online.
- Recursos para implementação: licenças de propriedade intelectual para promover a publicação aberta de materiais, estabelecer princípios de divulgação e localização de conteúdo.
Fonte: REA Brasil
O reitor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (IFSP), Arnaldo Augusto Borges, ressalta que o REA pode ser usado para romper barreiras, ampliando o processo educacional. “O aluno, principalmente de baixa renda, tem dificuldade de acompanhar aulas, pois não consegue comprar o livro. Se houver condições de acesso ao conteúdo pela Internet, será um grande avanço.”
Os Recursos Educacionais Abertos não focam apenas o compartilhamento, mas também o processo de construção coletiva. Experiências públicas na área já foram desenvolvidas, como o Projeto Folhas, da Secretaria de Educação do Estado do Paraná.
“O professor produzia o material e disponibilizava na rede. Desenvolvemos cultura de pesquisa e capacitação dos profissionais, também pensando no cotidiano escolar como lugar de formação do professor”, explica a professora Mary Lane Hutner, assessora da Direção Acadêmica das Faculdades Integradas do Brasil.
O projeto propõe uma metodologia específica de produção de material didático para alunos da educação básica. “A colaboração estava presente. Um professor que construía algo passava para o outro revisar”, conta Mary.
Dentre iniciativas privadas está o projeto do Colégio Dante Alighieri, de São Paulo (SP), que compartilha os conteúdos da TV Dante em seu site.
Além dele há também o Educar na Cultura Digital, que reúne pessoas interessadas em trocar experiências sobre inovações tecnológicas ligadas ao cotidiano escolar. O projeto é da Fundação Telefônica em parceria com o Grupo de Estudos Educar na Cultura Digital. “O coletivo virtual serve para interessados em mundo digital, gerações interativas e inovação pedagógica”, completa Priscila Gonsales, integrante do grupo.
O diretor de políticas de formação de materiais didáticos do Ministério da Educação (MEC), Sérgio Gotti, acredita que os Recursos Educacionais Abertos também podem contribuir para educação à distância. “Temos dificuldade de chegar a determinados lugares no Nordeste e Norte. A ideia é disponibilizar materiais online para os professores acessarem dessas localidades”, diz.
Professor agente
Segundo Gotti, um dos maiores desafios hoje está em como o professor se apropria do uso dos REA. Vera Solferini, do grupo gestor de tecnologias educacionais da Universidade Estadual de Campinas  (Unicamp), concorda. “Temos que incentivar o docente a usar a tecnologia, no sentido da mentalidade de conteúdo aberto”, acredita.
Para isso, dentro do Projeto Aulas Web, a Unicamp está desenvolvendo um software pensando em estimular o docente a criar materiais para o online, que serão compatíveis com software livre. Enquanto isso, a universidade disponibiliza conteúdo gratuito em sua Biblioteca Digital, que conta com 32 mil teses de dissertação.
“A participação do professor na construção de um material é muito importante”, alerta o pró-reitor de extensão da Universidade Federal do ABC, Plínio Zornof Táboas. “Na maioria dos casos, ele é apenas aquele que recebe o material, mas deveria ser agente no processo.”
Segundo ele, há necessidade de material para trabalhar questões educacionais específicas, singularizando localidades. “Permitir que ele construa e use sua produção didática, de acordo com os contextos que estão inseridos, é essencial para uma educação de qualidade.”
No entanto, pesquisadores dedicados aos REA ainda identificam resistência dos professores com o mundo digital. “A maioria está presa à sala de aula e ao papel”, afirma o coordenador do Centro de Estudos Africanos da Universidade Estadual Paulista (Unesp), Dagoberto José Fonseca.
Já pensando em inserir-se no campo de debate sobre REA, a universidade criou o Acervo Digital, com mais de 25 mil publicações educacionais e científicas disponíveis gratuitamente para download.

“Não é possível existir recursos abertos sem formatos abertos”, ressalta o membro da Software Livre, Sérgio da Silveira.
Formatos também livres
“Não é possível existir recursos abertos sem formatos abertos, desenvolvidos de modo transparente e coletivo, e que não requerem programas privados para acessar as informações”, ressalta o membro do projeto Software Livre Brasil, Sérgio Amadeu da Silveira.
O especialista alerta que quando uma empresa, por exemplo, disponibiliza textos na Internet em arquivo PDF, o conteúdo fica refém dela. “Daqui dez anos, quem garante que poderei abrir o arquivo sem problema algum? Se a empresa decide acabar com o software, perderei todas as informações. O formato tem grande poder cibernético e de controle.”
Direitos autorais
Mas todos os conteúdos educacionais serão distribuídos livremente sem importar quem o produziu? Não! Quando se trata de REA, é necessário pensar nos direitos autorais dos recursos.
Uma das coordenadoras dos REA Brasil, Carolina Rossini, destaca nem sempre as ferramentas digitais dialogam com as propostas dos Recursos Educacionais Abertos. “Uma experiência usa software livre, mas programas como PDF. Outra disponibiliza cada material em um formato diferente e assim vai.”
O trabalho da Creative Commons (CC) é exatamente permitir o uso de determinados materiais, mas com a condição de dar o crédito. “Informações disponibilizadas de forma aberta funcionam melhores do que fechada”, pontua o vice presidente do CC, John Wilbanks.
Contrapondo os recursos livres à patente, ele avalia que “não sabemos de onde virá uma descoberta estratégica para a humanidade. Quando controlamos cada passo sobre um certo conhecimento, fechamos o acesso, diminuindo a chance de alguém usar as informações para achar a cura da Aids ou do câncer”.
Para ele, exemplos como a Wikipédia – enciclopédia online, livre e gratuita, que pode ser editada por qualquer um – demonstra o sucesso em abrir espaços para as pessoas participarem da construção. “Existe mais informação ali do que todos os livros publicados no mundo até hoje”, diz ele.

“Quando o custo de compartilhar é zero, porque continuar com coisas de custo altíssimo?”, questiona o diretor de educação aberta de Washington, Cable Green.
Para cada hora de conteúdo postado no Youtubeprecisaria de 40 dias para ser assistido, conta o diretor de elearning e educação aberta do estado de Washington, Cable Green. “Quando o custo de compartilhar é zero, porque continuamos com coisas de custo altíssimo?”. Segundo ele, os Estados Unidos gasta US$ 20 bilhões por ano com livros didáticos impressos.
No Brasil, a realidade não é muito diferente. Uma pesquisa desenvolvida pelo Grupo de Pesquisa em Políticas Públicas para o acesso à Informação (Gpopai), da Universidade de São Paulo (USP), revela que se um aluno da universidade fosse comprar a bibliografia básica indicada para estudar, gastaria entre 70% e 80% do orçamento familiar.
“Além disso, o governo paga entre R$ 6 e R$ 7 por livro editado a ser distribuído na rede de ensino do país, mas poderia gastar nem R$ 1”, informa o advogado e pesquisador do Gpopai, Bráulio Araújo. “Há monopólio das editoras e o governo não tem conseguido usar seu poder de comprar em escala para diminuir o custo.”
Políticas públicas
O governo estadunidense anunciou um investimento de US$ 2 bilhões em programas de formação superior. O montante deverá começar a ser aplicado já em 2011 e a ideia é usar a quantia em programas inovadores, incluindo REA.
“Identificamos que havia interesse de professores e alunos em recursos abertos. Alguns do corpo docente já estavam agindo nesta área, mas sozinhos. Então, devemos oferecer suporte para o movimento crescer”, conclui o Hal Plotikin, do Ministério da Educação dos Estados Unidos.

Hal Plotikin, do Ministério da Educação dos EUA, acredita que o governo deve oferecer suporte para a agenda REA crescer.
Apesar de tímidos, há passos sendo dados. O Projeto de Lei 1513/2011, do deputado federal Paulo Teixeira (PT), determina que qualquer obra resultante do trabalho de servidores públicos, incluindo professores e pesquisadores, seja licenciada e disponibilizada à sociedade por meio de licenças livres.
Mesmo assim, Carolina Rossini acredita que falta muito para a agenda REA começar a ser prioridade. A também coordenadora do REA Brasil, Biana Santana, pontua que o projeto é o começo. “O PL não libera os conteúdos de forma abrangente, atinge mais os servidores públicos.”
Viabilidade necessária
Outro desafio, o acesso a Internet ainda não é realidade em todas as escolas brasileiras. Banda larga menos ainda, o que acaba por inviabilizar projetos de REA.
“Do jeito que a rede está hoje, não se pode baixar um curso de língua estrangeira do ensino médio”, admite João Cardoso Palma Filho, secretário adjunto da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo.
“REA tem que estar inserido nas políticas de Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs). Isto ainda é um desafio que limita a agenda dos recursos abertos. Dar uma BMW sem gasolina não faz sentido”, questiona o coordenador de Comunicação e Informação da Unesco, Guilherme Canela.
Construir o domínio público da banda larga é uma demanda que precisa ser cumprida para, então, massificar materiais de alta qualidade, de acordo com análise de Plotkin sobre o Brasil.
10 anos de REA
A Unesco está programando um seminário internacional em Paris sobre REA para 2012, quando a criação do termo completará dez anos. O conceito de “Open Educational Resource” (OER) ou Recursos Educacionais Abertos (REA) foi usado pela primeira vez em julho de 2002, durante um fórum do órgão.
“Devemos ajudar a diminuir as desigualdades de informação que existe. Uma estratégia para isso são os REA. Informação é o oxigênio da democracia”, ressalta Guilherme Canela.
Parte da política da organização, recentemente, a Unesco liberou o download gratuito dos oito volumes sobre História da África em seu site.

Apenas 4% das escolas públicas têm computadores nas salas de aula


 Fonte: Estadão.edu
A mais recente edição da pesquisa TIC Educação, divulgada nesta terça-feira, 19, pelo Comitê Gestor de Internet no Brasil (CGI.br), mostrou que o uso de tecnologias da informação e da comunicação (TIC) nas salas de aula brasileiras é ainda incipiente. O estudo analisou 650 estabelecimentos educacionais em 2011, sendo 497 escolas públicas e 153 particulares.
Apesar de o número de escolas públicas com computador conectado à internet ter crescido de 92% para 100% entre 2010 e 2011, o número de salas de aula com o equipamento permaneceu em 4%. O laboratório de informática ainda é o local de uso mais frequente apontado pela maioria: 76%, de acordo com os dados. Ainda assim, a proporção de professores que usa TIC dentro da sala de aula praticamente dobrou nos últimos dois anos, passando de 7% para 13%. O avanço deve-se, provavelmente, ao aumento do número de professores que adquiriram notebook com recursos próprios: em 2010, eles eram 65%, em 2011, 76%. Segundo os dados, 50% dos docentes levam o seu próprio computador portátil para a escola - em 2010, esse índice era de 41%.
Os resultados da pesquisa apontam que as atividades mais comuns em sala de aula são aquelas em que os docentes menos usam recursos tecnológicos. Aulas expositivas e a interpretação de textos, por exemplo, têm baixos porcentuais de uso das TICs: 24% e 16%, respectivamente. O maior índice de usabilidade de TIC nas escolas públicas se dá exatamente no ensino do uso do computador e da Internet - 65% dos docente recorre à ferramenta nestes casos.
Se por um lado os professores ainda não incorporaram plenamente as tecnologias, não se pode dizer o mesmo dos alunos. Os dados apontam que 82% deles fazem suas pesquisas para a escola com uso de computador e Internet. Esse uso, normalmente se dá fora do ambiente escolar. Ainda que 100% das escolas municipais e estaduais possuam pelo menos um computador, o número de equipamentos por aluno revela uma importante limitação para o seu uso efetivo, segundo professores e coordenadores consultados pelo estudo. Outra barreira apontada diz respeito à baixa velocidade de conexão. Ainda que 93% das escolas tenham acesso à Internet, 32% delas têm velocidades entre 1 a 2MB.
Escolas particulares
Entre os professores das escolas particulares observa-se comportamento similar considerando as atividades desenvolvidas com os alunos quando comparado com as escolas públicas. As atividades mais comuns são exercícios para prática, aula expositiva e interpretação de texto. Além disso, quanto maior a frequência de realização da atividade,  menor a proporção de professores que usam computador e Internet para desenvolvê-las.
Ainda assim, o uso de computador e Internet é maior entre professores das particulares, possivelmente pela melhor infraestrutura que lhes é proporcionada. Os dados indicam ainda que 21% das escolas particulares possuem computadores instalados em sala de aula, proporção cinco vezes maior que os 4% das escolas públicas. A disposição dos equipamentos, no entanto, é semelhante: a maioria deles está instalado em laboratórios - 78% para as particulares contra 86% das públicas. A diferença revela um possível movimento que acontece nas escolas particulares,  onde se busca, com maior intensidade, trazer a infraestrutura para a sala de aula.

quarta-feira, 20 de junho de 2012

LER PARA VIVER

  A leitura faz parte da rotina da turma 1502 orientada pela professora Claudia, mas as experiências de leitura dessa turminha não são nada rotineiras. A professora utiliza vários suportes de leitura em diversos espaços, mostra novas e antigas formas de leitura aos seus alunos. Uma ótima iniciativa para transformar a escola e formar leitores. Ela utiliza  livros, jornais, textos produzidos por alunos, vídeo livros, livros digitais. Os alunos são levados para todos os espaços da escola , corredores, quintal, pátio, sala de leitura, todo espaço é espaço de leitura e aprendizagem para a professora Claudia.











Ecofuturo


Oficina de curta metragem.




A Escola Audiovisual Cinema Nosso convida para participar da Oficina Livre Curta Metragem - Câmera na mão e cara a tapa!, que será ministrada pela educadora Maria Rita Nepomuceno.


A Oficina acontece no período de 25 a 29 de junho, das 18h às 21h, e o público alvo, jovens de 15 a 25 anos. As inscrições estarão abertas até o dia 21/06 (quinta-feira) ou até esgotarem as vagas, podem ser feitas por telefone (21) 2505-3300.

O objetivo do encontro é familiarizar o aluno a formas de criação cinematográfica em que as distinções entre documentário e ficção se confundem. Incentivar a produção de imagens direcionada da livre expressão, do impulso criativo para a consolidação de um cinema digital consciente de si e de suas potencialidades.

Ementa da Oficina:
Os encontros da oficina serão organizados em função da produção de um curta-metragem coletivo que exercite as questões teóricas apresentadas através de filmes e conceitos. Os alunos irão exercitar suas percepções habituais do cinema e, através de exercícios práticos, se apropriarão da câmera para a expressão de respostas práticas às discussões que faremos em sala durante a oficina.


Sobre a educadora Maria Rita Aguilar Nepomuceno de Oliveira

É graduada em Cinema na UFF, com pós-graduação em Multimeios pela UNICAMP. Feza Finalização de documentário sobre o filme italiano ambientado no Brasil “Trópicos”, de Gianni Amico, 1967: pesquisa, produção, direção e montagem. Trabalhou de assistência de produção na direção do Festival de Cinema de Arquivo IL CINEMA RITROVATO, organizado pela Cinemateca de Bolonha, 2010 e realizou o curta-metragem “O Dia de Salma”: direção, montagem e texto. Exibido nos festivais FEMINA e GLOBALE RIO.


INTERNET NAS ESCOLAS, CRECHES E EDIS


1053 das 1065 unidades escolares do município têm links de internet do programa Banda Larga na Escola, do MEC. Boa parte das creches e EDIs tem internet via modem 3G ou discada. No entanto, sabemos que essas alternativas não apresentam a velocidade e a qualidade desejadas. Por isso, desde o começo de 2010, estamos tentando contratar links de internet que tenham mais qualidade, estabilidade e velocidade. Depois de duas tentativas fracassadas, estamos caminhando para a terceira, sempre em parceria com a Iplan. No entanto, o trabalho pedagógico / administrativo sem a internet de qualidade é prejudicado, já que professores, alunos e gestores não podem utilizar a Educopédia com todo o seu potencial ou os sistemas.
Por isso, enquanto não conseguimos contratar um novo link para toda a rede, as UEs, creches e EDIs têm agora a opção de contratar, de forma temporária e após a aprovação da comunidade escolar, um serviço de banda larga com a utilização dos SDPs. Para isso, deverão ser contatadas, quando possível, três operadoras que prestam esse serviço na região. A escolhida deve ser aquela que possuir o menor preço para a velocidade desejada pela unidade. Essa velocidade não poderá ultrapassar 35Mbps e os valores máximos não poderão ser maiores do que:
1 Mbps R$49,90                     2 Mbps R$59,90                     5 Mbps R$69,90
10 Mbps R$119,90                 15 Mbps R$114,90                 20 Mbps R$229,90

Propostas para o uso da tecnologia na educação - vida - educacao - Estadão

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